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La Dune du Pyla

No início de julho há alguns anos atrás embarquei com mais seis amigos para visitar o Thomas na França (Thomas é um francês fascinado pelo Brasil, e no Brasil foi onde ele conheceu quase todos nós e nos convidou pra passear por seu país). Obviamente aceitado o convite, nós todos sabíamos que tinham vários pontos preparados para visitarmos além de Bordeaux, que é onde o Thomas morava. Íamos começar por Paris, depois passaríamos um tempo no sul da França já que ele tem família em Nice, onde poderíamos passar as noites e durante o dia nos maravilhar com o Côte d’Azur e ainda passar por Mônaco. MAS esse texto não é sobre nada disso. Nem Paris, nem Bordeaux, nem Mônaco, nem sobre a França em geral.

Nós fizemos várias viagens de van com o avô ou a mãe do Thomas que dirigiam e nos levavam para conhecer vários lugares. Um dos dias a mãe dele decidiu nos levar até a costa atlântica no Sudoeste da França. Não era muito distante de Bordeaux e ela nos deixaria lá durante o dia e nos buscaria mais tarde. O que a gente não sabia era o que exatamente faríamos lá. O Thomas só dizia que precisaríamos de muito fôlego pra aguentar chegar ao ponto principal. Então, já matando toda essa nossa curiosidade, chegamos em frente de uma DUNA gigante onde a mãe dele nos deixa e já vai embora.

E essa é a cara da galera ao ver o tamanho da duna. Na foto você pode ver que só o Thomas tá feliz.

 

OK, aquela cara era só de brincadeira, mas o tamanho ainda assustava.
OK, aquela cara era só de brincadeira, mas o tamanho ainda assustava.

 

OLHA O TAMANHO DAS SOMBRAS LÁ EM CIMA, não pode ser. “Nós temos que subir isso tudo? Onde estão as escadas?”. Havia escadas. Mas é claro que esse grupinho aventureiro decidiu subir na fé. Éramos muito esportivos. Conseguiríamos. Além disso, você olha aquela areia fina e macia apesar de ter vários galhos espalhados e percebe que o sol estava um pouco tampado pelas nuvens. Seria fácil. Tínhamos garrafas d´água. Estávamos preparados, afinal o Thomas já nos havia avisado que necessitaríamos de nosso fôlego.

 

Vamos começar!
Vamos começar!

 

Vamos lá! Sem perder tempo. Dando os primeiros passos você pensa: “MOLEZA! Não acredito que achei que seria tão difícil subir isso.” 10 passos, 20 passos. OK. Agora está começando a cansar um pouquinho. O maior problema era que você subia 5 passos e descia 4 por causa da areia.

 

O melhor era rir das caras dos meus amigos <3
O melhor era rir das caras dos meus amigos <3

 

Vamos gente! Eu, espertona, querendo ir mais rápido com outra das minhas amigas. Chegamos lá olha. Posa pra foto!

 

 Posa pra foto, quase cai, loca.
Posa pra foto, quase cai, loca.

 

Hora de tomar um fôlego. Foi nesse momento que minha pressão baixou e eu achei que ia morrer alí mesmo. Estou exagerando, mas a pressão baixou de verdade. Não conseguia mais subir nada. Então o santo do Thomas quis me ajudar. Me carregou até o topo, coitado.

 

Bom, hora de descansar.
Bom, hora de descansar.

 

Agora era a hora de entender o porquê de tudo aquilo. Era imenso. A água lá longe e outro banco de areia na frente. Maravilhoso. Você começa a ter sentimentos esquisitos tipo:

Se jogar
se jogar,

 

Ou fazer montinho na areia...
fazer montinho na areia…

… ou sair rolando (resolvi poupar vocês da foto, ou melhor dizendo poupar minha amiga).

Mas você anda, anda, anda e não chega no mar.

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Lugar propício pra quem curte parapente e também para aqueles que não sabem tipo eu, mas que curtem tirar fotos. É simplesmente INCRÍVEL.

 

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Depois de infinitas fotos no caminho até a praia, é hora que fazer uma “caminhadinha”. A praia estava bem vazia. Não sei se por causa do tempo, já que nesse dia não estava muito sol, ou pelo fato dessa tal Duna de Pyla não ser muito conhecida. O que é uma pena, pois ela vale cada kg de areia que eu engoli pra chegar.

 

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Pra finalizar, a cidade, chamada Arcachon que é onde fica essa maravilha, é nada mais que repleta de gente muito simpática. Isso eu posso dizer por que foi demais o susto que meus amigos levaram ao se deparar com o policial com cara de bravo atrás deles fazendo pose pra foto enquanto eles puxavam os postinhos (ou não sei o que “deabos” é isso) na rua.

 

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E você? Já tinha ouvido falar da Duna de Pyla? Já foi visita-la? Se sim, conte-nos sua experiência nos comentários! Se não, tira suas dúvidas através do nosso blog, página do facebook ou instagram e não perca tempo!!

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Tatiana Gasques

Oi, eu me chamo Tati Gasques, tenho 22 anos. Sou geminiana e admiro o significado indireto da palavra "viajar".

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